A Luta dos trabalhadores em educação por uma escola democrática e digna.
A luta dos trabalhadores em educação já atravessa décadas em nosso Estado e no país.
O descaso com que a educação vem sendo tratada em nosso Estado, particularmente, mostra claramente que o Estado do Rio Grande do Sul não é um Estado democrático. A democracia segundo Norberto Bobbio só existe de fato se forem cumpridos alguns pressupostos mínimos como: direito à saúde, moradia, educação, trabalho, justiça, lazer, etc. com acesso de forma igualitária.
O nosso Estado não cumpre nenhum desses pressupostos. Podemos afirmar, desta forma, que não vivemos em um Estado democrático.
A situação dos trabalhadores em educação é vergonhosa, pois além dos baixíssimos salários, as condições de trabalho também são péssimas. O governo vira as costas para esta situação e olha para a educação como custo e não como investimento. Investimento esse que possibilita o desenvolvimento de qualquer sociedade.
Nós trabalhadores em educação não desistimos de lutar por uma educação democrática e digna, pois temos consciência da importância do nosso trabalho para uma sociedade mais justa e livre. Podemos ter certeza que a democracia em nosso Estado é muito mais frágil que a categoria dos trabalhadores em educação.
Lutar sempre, desistir nunca por mais autoritário que seja quem estiver ocupando o Piratini.
É fundamental lembrar sempre do que diz Paulo Freire:
“É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.”
O projeto foi desenvolvido e executado pelas Turmas de Aproveitamento de Estudos, AE3a, AE3b, AE3ce AE3d do Instituto Estadual de Educação Dr. Carlos Chagas com orientação do professor Beto da disciplina de Sociologia da Educação. O projeto contou com a colaboração dos demais Professores das turmas, Direção, Supervisão e a participação dos Agentes de Trânsito do Município de Canoas com apresentação de teatro de fantoches.
O objetivo do projeto é a prevenção de acidentes (atropelamentos, principalmente de crianças) e a formação de pedestres conscientes para um trânsito mais humano (socialização).